quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Michels, Jéssica.



Este é o primeiro post de um blog que não começa em um dia de glória. Não estou aqui para dar uma de namorado ( ou ex) arrependido, fazer juras de amor, ou mesmo fazer você leitor ler mais que 7 linhas dessas.
Nesta última quarta-feira, faria 7 meses que conheci Jéssica Michels, e se não bastasse, faria 7 meses em que namorávamos. Começamos nossa relação, no que mais seria uma desculpa para fugir de nossas antigas relações fracassadas. O que aconteceu no dia 12 de junho de 2010, será lembrado, guardado e, se for assim, "interrompido". Jéssica não sabe viver, não sabe o que quer, e não sabe de seus propósitos, mas, quem se importa? Algumas das pessoas mais interessantes que conheço, e que já passaram na época "Vintage" ainda não sabem o que querem. Mas o que mais me impressiona, é a facilidade com que, essa pequena pessoa (que de pequena não tem nada) encontra felicidade ( e não "A" felicidade) em coisas tão simples, coisas tão estúpidas, que só serviriam de "inspiração" para um compositor ou o poeta. E essas pequenas felicidades diárias, inspiraram cada dia desses 7 meses. Caro leitor, se calcularmos com base na média de 30 por mês, fiquei ao lado dessa menina 280 dias sem cessar. É impressionante como seus sonhos fluem, como as soluções começam a nadar em sua imaginação, e por fim, como sua fé é inabalável ( e olha que tivemos boas conversas à respeito).
Esta humilde homenagem, que conta com uma boa dose de indignação, tem o simples objetivo de ser guardada, para que em um futuro próximo, seja lida (odeio essa palavra) por ninguém menos que Jéssica Michels. Voltando a rotulá-la, gostaria de um momento pessoal (por favor), para que possa fazer a seguinte declaração (Você, caro leitor, pode se retirar agora): Há uma família que se reúne todo mês, como bons amigos, bons irmãos, buscando a fraternidade, fé, e soluções para o cotidiano singular de seus adeptos. Essa família, que conta com uma boa quantidade de pessoas, causaria inveja a qualquer outra família, porém, a inveja é um pecado ,e sendo assim, ela causa um bom exemplo e uma motivação extraordinária em cada um que já prestigiou esse acontecimento. Eu já estive lá, por causa da musa desse texto, e vi com meus próprios olhos míopes, que existe um modo de sermos humanos e solidários, uns com os outros, e foi por causa dessa família, que amo Jéssica Michels.
Poderia eu tê-la entre meus braços agora, apenas para congelar essa imagem, e fotografar o tempo, para que dure o tempo necessário. Se você, Michels, ler isso, saiba apenas que serei leal ao que nós temos, como se todo o resto dos meus bens não valessem a mísera moeda de 1 centavo (E faria isso, mesmo sem meus bens).
Droga, fiz uma jura de amor.
Esse texto fica com um ponto final breve, mas antes, clique aqui e ouça junto comigo.
Critiquei e fiz juras de amor.
À tola coelhinha.

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