Fui até o caixa, olhei pra cara do rapaz que ainda suava, paguei minha conta sem exigir troco e fui pra casa. Tirei meus sapatos na porta, sentei no sofá, e tudo o que eu queria naquele exato momento era uma xícara de café.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Roberto
Tudo o que precisava era de uma xícara de café. Saí do sofá e desliguei a televisão, calcei meus sapatos e fui até a padaria. Sentei na primeira mesa que vi, pedi umas torradas, uma média de café com leite e um jornal. Tudo parecia correr muito bem, até um senhor entrar na padaria, enfiar um revólver na cara do caixa e pedir toda a grana da registradora. O rapaz do caixa suava frio, e tremendo, deu todo o dinheiro que conseguiu pegar. Aquele senhor, o do revólver, saiu correndo da padaria e entrou num Corvette preto, cantou pneu na partida, e foi perdido de vista em alguns segundos.
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cara, very essas historias!
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